Ela usava seu sorriso como arma para a tristeza, como se com ele conseguisse espantar toda dor, sofrimento e mandasse tudo que fosse ruim para longe, para bem longe. Se tudo parecesse estar errado, encaminhando para o precipício, logo vinha Sarah com um sorriso no rosto fazendo qualquer coisa para encontrar algo positivo daquela situação e tentar ajudar quem quer que fosse a dar a volta por cima.
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Parecia que uma nuvem havia encoberto sua felicidade e que agora seus dias haviam se tornado cinzas e chuvosos. Agora, ela não conseguia mais olhar as pessoas da mesma maneira que ela fazia, não conseguia nem achar graça na música que sempre foi sua companheira. Os dias alegres e ensolarados fazem parte de um passado distante, que de tão distante parecia nem ter acontecido.
Como ela deixou seu sorriso ser apagado ainda é mistério. Ela está perdida, tentando descobrir de onde veio o caminhão que a atropelou e acabou matando sua alegria e sua vontade de sorrir. Os problemas que antes não a incomodavam agora tomam conta do seu corpo e escapam por todos os poros em forma de suor e lágrimas.
Sarah tenta reunir forças e voltar a ser a mesma menina sorridente e alegre de antes, mas sente que sozinha não vai conseguir. É preciso que alguém tenha coragem de assumir o desafio de assoprar esta nuvem cinzenta para bem longe. O trabalho pode ser difícil, mas tenha certeza que a recompensa será tão grande quando a extensão do sorriso de Sarah.

Maio 5, 2008 às 2:42 pm
As vezes tenho a leve impressão de que sou oco…
Costumo citar sempre grandes pessoas como se em mim nada houvesse de interessante..
Ouvi dizer que Platão disse:
“Vencer a si próprio é a maior das vitórias”.
Ouvi também um provérbio tibetano que diz:
“Existem dois tipos de problemas: Com e sem solucão.
Se o problema não possui solucão, todas as preocupações serão em vão. No entanto se o problema possui solução, não há por que preocupar-se.
Hoje Sarah preocupa-se com o por que de estar debilitada, mas no entanto imagino que não saiba o por que há tempos era tomada por imensa alegria…
Se ela fosse contadora, pediria a ela que contabilizasse entradas e saídas de lá pra cá…
O que mudaste tanto para que ela se afogasse em melancolia…talvez por fora, nada ou pouco…
Talvez seja este o infortúnio…as mudanças externas não ocorreram…mas penso que elas nunca ocorrem…
Não!!! Minto!!!…Estão a reestruturar a calçada da avenida Paulista a meses…um bom exemplo de mudança externa…concreta e externa, literalmente…
Ai de-ti que não percebe a origem de teu lamento…
Lavoisier disse (eu de novo): “nada se perde, tudo se tranforma”…
Penso que ele estava certo…acredite nos outros…mesmos os teoristas…(que vivem de teoria, hehe)
Não eliminará tuas angústias simplesmente…troque-as…por coisas boas ou ruins, tanto faz…busque trocá-las…arrume novos problemas…
a ciência é imperfeita, não se pode resolver uma equação sem que outras 10 se apresentem…
há um espaço (limitado por você) em sua mente para alimentar sua vida…vá enfiando outras coisas que as mais vuneráveis irão ceder, pois como dizia Einstein, duas coisas não ocupam o mesmo lugar…
Maio 5, 2008 às 2:45 pm
ah,
e formate o texto antes…
Maio 5, 2008 às 9:02 pm
Uau nao da pra ler nada dessas letrinhas minúsculas